domingo, 22 de abril de 2012

Nova Visão

Há alguns dias, eu passei por experiências deliciosas, momentos que me fizeram repensar a minha existência. Eu acreditei por muito tempo que eu tinha um missão na terra, eu fui ensinada dessa maneira, porém eu percebi que isso limitava o poder da minha presença no mundo. Ora, se eu tenho uma missão, toda a minha história de vida vai ser em torno dela...


Recusei, recusei tudo que me foi dito; tudo pré concebido, nada novo!


Esse texto que eu vou colocar, eu escrevi para uma pessoa que tem me decepcionado desde de 2007... Dessa vez eu larguei de mão, não tem por que eu ficar me machucando ou tentando compreender as escolhas desse indivíduo.

O que me deixa triste, apreensiva, preocupada, é quantidade de pessoas assustadas com as ações não previstas, espontâneas. Existem pessoas assustadas com os próprios desejos, pessoas que se preocupam com o não controle dos instintos! Deixa eu dizer uma coisa: somo animais, antes de humanos civilizados, somos seres que podem e devem agir por instinto, pois isso faz parte da nossa natureza, não devemos tentar compreender os nossos instintos, mas sim, nossa racionalidade. Somos seres de nossa época, capitalista, consumista, heterossexual, machista, racista. Nossa racionalidade tem toda essa carga preconceituosa, algumas pessoas conseguem fugir, outras ficam para lutar, mas a maioria aceita (mesmo sem saber).
Eu tenho pena de quem não consegue avançar, tenho pena de quem tem receio, tenho pena de quem não quer ser conquistado, não quer interagir, não quer enlouquecer, sair do padrão, flutuar... Tenho pena de quem tem que manter a postura, sempre e sempre. Eu dou uma escapadinha de vez em quando, vou ao trabalho, à faculdade e volto ao meu normal alucinado, embaraçoso, estranho, irracional.
Se um dia tu quiseres, eu posso te buscar... Vamos sair por aí, surfar, dançar, beber. Vamos fazer o que temos que fazer: viver.




Sugestão de música: B Negão, Nova Visão









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