quinta-feira, 17 de maio de 2012

A morte da Saudade.


Não sei se matei a Saudade com eficiência, ela se manteve lá; latente. Agonizava, gritando pelos meus lábios, cantarolava. Eu pensei que a tua presença fosse o suficiente para mantê-la morta, mas eu errei. Teus olhos escuros fizeram a Saudade suspirar mais forte, tua voz a fez contundente, teu abraço serviu como combustível... A morte tentou me matar, na tua presença; sem ressentimentos, sem tentar esconder o meu corpo. Eu jazia mole, quase sem reação, apenas me guiando pelo som da tua respiração e pela energia que emana dos teus sentidos. 


Sugestão cultural: http://www.fantaspoa.com/2012/programacao

Um comentário:

  1. Esperança de conquistar a torturante
    Turbulencia de te amar e
    Controlar a saudade que virá.

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