É tipo um amigo,
Um amigo em que eu não quero pensar,
Nem sentir saudade.
Um amigo que eu quero distância.
Não quero o seu brilho,
Nem mesmo sua leveza de olhar.
Não quero me sentir acalentada por suas doces
[palavras
de algodão rosa
Prefiro sucumbir seca, infernal e macabra,
A ter que sofrer por seu amor pueril, marginal
[
e vadio.
O desejo tanto, esse amigo,
Que prefiro esquecê-lo em meu ventre.
Ventre,lento, rebento
ResponderExcluirAtento no relento
Sonolento pronto...
Vence o vento
Trás alento.