Não consigo mais escrever.
Não algo natural, fluido.
Não algo unilateral, um solo.
Escrevo a imagem de uma alma perdida,
Há um labirinto, porém não há chão.
São conexões, novelos de lã.
São memórias.
E uma dor simbiótica.
Não te vejo mais e
Cada dia tua voz está mais alta em meus ouvidos.
Não é estranho?
Teu caos ainda me acalma.
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